'de R$1.050 e de R$ 1.575 reivindicado para os professores de nível médio e superior, respectivamente.
Os líderes sindicais, que usaram o microfone na manifestação, destacaram a presença dos trabalhadores em educação que vieram de todo o País e os atos que estavam sendo realizados, simultaneamente, em seus estados de origem.
Pontuados por palavras de ordem e frases de efeito – ''Piso não é esmola, queremos um piso decente'' -, os oradores exigiram do Congresso a aprovação da proposta de Piso formulada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) – R$ 1.050,00 para profissionais de nível médio e R$ 1.575,00 para os de nível superior, considerando-se, em ambos os casos, jornada de 30 horas.
Segundo os líderes sindicais, a proposta de criação de um piso salarial nacional é uma antiga reivindicação da categoria que, agora, com a aprovação do Fundeb (Fundo da Educação Básica), entra na pauta das discussões com a prioridade e a urgência que o País precisa.
''Vamos construir resistência para que a educação seja prioridade'', dizem os manifestantes, destacando que ''um piso de R$850 – que já é realidade e até inferior em alguns estados – não expressa o esforço dos profissionais que fazem a educação nesse país'', afirmam.
Outras reivindicações
O evento é parte da 7º Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que começou nesta segunda-feira (23), com reunião do Coletivo de Mulheres; e vai até quinta-feira (26), quando será realizada audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
Ao longo da semana, a CNTE e seus sindicatos filiados (estaduais e municipais) organizaram manifestações e atos públicos alinhados com as reivindicações nacionais em todos os estados, que incluem, além da implantação do Piso Salarial Profissional Nacional, políticas que implementem formas de gestão democrática, valorização profissional e financiamento.
De Brasília
Márcia Xavier
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