A restauração no Quarteirão Leite Alves, em Cachoeira, está atrasada e, por isso, o início das aulas do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), foi adiado para 13 de abril. O espaço deveria estar pronto para abrigar cursos como o de Ciências Sociais, Cinema e Audiovisual, Jornalismo, História, Museologia e Serviço Social. Em protesto, estudantes, professores e funcionários programaram uma manifestação em frente ao prédio em obras.
A deputada fez uma análise histórica acerca da criação da universidade brasileira, seu processo retardado em função da definição portuguesa em manter as colônias ao atraso e sobre a lentidão para expandir o ensino superior no Brasil.
Alice fez uma análise política e econômica das consequências de só após 60 anos da fundação da primeira universidade federal na Bahia criar-se a segunda instituição. E destacou que a UFRB foi criada no momento em que o governo Lula mostra maior sensibilidade para com a educação pública brasileira e pela luta do Recôncavo, região que já sustentou economicamente a Bahia e que passou à estagnação quase completa por mais de um século.
LYRA CECILIANA
Ainda em Cachoeira, Alice Portugal visitou a sede da Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana, onde seus dirigentes prestaram contas dos recursos orçamentários conseguidos pela deputada através de emenda orçamentária para reequipar a Lyra e desenvolver o Programa Povo na Música.
A Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana mantém uma escola de formação musical gratuita para 60 crianças e adolescentes, tendo como professor um ex-aluno da escola, Jessé do Carmo. O músico Orlando José Mascarenhas é há 16 anos o regente da filarmônica. A Lyra Ceciliana conta em seus quadros com 50 músicos que se apresentam em festividades cívicas e religiosas e em festivais.