O projeto foi criticado apenas pelo ex-ministro da Educação do governo FHC, que afirmou ter dúvidas se havia a necessidade de se aumentar o quadro de professores em 5%, pois o crescimento de estudantes matriculados foi de "apenas 1,5%".
O ex-ministro e atual deputado federal por São Paulo apresentou voto em separado, onde tece críticas ao projeto, mas recomenda sua aprovação.
A matéria segue agora para as comissões de Trabalho, Finanças e Constituição e Justiça.