A festa é marcada pela lavagem da escadaria e do adro da igreja do Senhor do Bonfim por baianas vestidas a caráter, trazendo na cabeça água de cheiro (muito disputada entre os fiéis) para lavar o chão da igreja e flores para enfeitar o altar. É também uns dos exemplos mais evidentes do sincretismo religioso do povo baiano.

Durante a festa, a deputada se integrou ao grupo de manifestantes do Sindicato dos Servidores Técnico-administrativos da UFBA que teve destacada participação em toda a manifestação popular.