“Não estamos aqui para defender uma anomalia. Nós estamos buscando uma correção histórica. Esses homens realmente vêm enfrentando um processo desgastante e injusto”, lamentou Alice, acrescentando ao ministro que a ideia é a incorporação dos trabalhadores no quadro, reconhecendo que houve um equívoco do Estado. Ela citou, como exemplo, os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que foram incorporados ao quadro da carreira nascente.
O ministro, que tomou posse no cargo há pouco tempo, assumiu o compromisso de conversar com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (7/12), e se comprometeu a acelerar o estudo jurídico para identificar uma forma de incorporação dos agentes. Adams afirmou que, em meados de janeiro, terá uma posição.