O encontro tem como objetivo sensibilizar a juventude a participar mais especificamente da luta contra a violência de gênero, incluindo o assunto nas agendas das organizações juvenis. De acordo com Alice, o encontro serviu para conhecer outras ações de enfrentamento nos diversos países participantes.

Violência contra a mulher

A coordenadora-geral da Bancada Feminina explica que a violência contra a mulher não se manifesta apenas por meio de agressão física ou de violência sexual. A violência sutil, mote da campanha"16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres" deste ano,  é mais difícil de ser combatida. Exigências que inibem a liberdade de escolha de roupas ou maquiagens e humilhação pela aparência física. Limitação das relações pessoais ou da liberdade de ir e vir por chantagem afetiva ou outros meios. Estes são exemplos de violência sutil praticada na sociedade. A deputada apelou a todas as pessoas para se rebelarem contra qualquer tipo de violência.

Alice aconselha às mulheres que já enfrentaram ou convivem com a violência que denunciem através do número telefônico 180. “As mulheres devem denunciar no dia a dia, no local de trabalho, na comunidade, na associação de moradores. Esta violência precisa ser tratada de maneira explicita e não velada”, afirma a deputada.