A diferença entre a CSS e a extinta CPMF é que, enquanto a última descontava 0,8% das movimentações financeiras, a nova contribuição prevê apenas 0,1% sobre o que ultrapassar três mil e duzentos reais. Ou seja, apenas 5% da população vai pagar a CSS. Além disso, é certo que os recursos vão direto para o Fundo Nacional de Saúde.
Para Alice, “o que incomoda na CSS não são os valores, mas sim o acesso aos devedores, sonegadores”. Segundo ela, os Deputados, reunidos no Colégio de Líderes, concordaram em votar a regulamentação da EC-29 apenas com a exclusão da CSS. “Mas a pressão para se pautar o projeto está grande. Todos sabem do subfinanciamento e da situação da saúde. A palavra de ordem agora é pressão e galeria cheia”.
A parlamentar também voltou a repudiar o projeto de lei (92/07) que cria as fundações estatais de direito privado. Alice afirmou que o projeto não resolverá os problemas da área de saúde.