O primeiro, organizado pelo Conselho Federal de Farmácia, aconteceu nos dias 18 e 19 de agosto de 2009, no Auditório "Petrônio Portela" do Senado Federal. Participaram do evento dirigentes de 12 organizações científicas de diferentes segmentos profissionais farmacêuticos e convidados, para debaterem as questões impactantes do contexto da saúde e, em especial, da Farmácia.
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No segundo, que aconteceu em Salvador entre os dias 13 e 15 de Agosto, foram debatidos temas relacionados à situação política nacional e internacional, organização sindical, saúde, assistência farmacêutica e foi aprovada uma plataforma de lutas e resoluções que vai orientar a ação da entidade até o próximo Congresso.
A parlamentar participou da mesa que debateu a crise, as políticas internacionais, as relações do Mercosul e a farmácia. Alice destacou que a farmácia, e a profissão farmacêutica, é milenar e é um saber de grande importância. Infelizmente, segundo a deputada, no Brasil, a profissão passou por grandes intempéries relacionadas com a massificação dos medicamentos fabricados pelas multinacionais nas décadas de 60 e 70.
A parlamentar diz que, nesse período, a profissão sofreu um grande impacto. “O farmacêutico foi substituído por uma mão de obra desqualificada e por pouco não se transformou apenas em um contabilista do livro de psicotrópicos e de medicações controladas”. Isso não aconteceu, diz Alice, porque o farmacêutico reagiu e houve uma luta pela requalificação dos cursos no Brasil. “Hoje a farmácia passa a ter outro diapasão”.
A deputada julga que a profissão é estratégica para a soberania nacional, porque o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil passa por esse profissional. Por isso, Alice colocou-se à disposição, como deputada federal e presidente da frente, para a continuidade da luta pela aprovação do projeto do deputado Ivan Valente, que transforma a farmácia em estabelecimento de saúde.
Logo após essa luta, a deputada também entende que o marco legal da profissão, o chamado ato farmacêutico, precisa ser aprovado. A deputada, que já deu entrada no projeto, acha que o projeto só precisa ser atualizado.