Ao saudar a vitória da FMLN, que recebeu convite para novamente participar como observadora internacional do pleito presidencial salvadorenho, lamentou a impossibilidade de sua viagem e desejou sucesso ao presidente eleito, que herdará um país com a taxa mais alta de mortes violentas da América Latina devido à ação dos maras ou pandillas (gangues juvenis armadas), com 37% da população em situação de pobreza absoluta e com 18,9% de analfabetos.